10/02/2010 - Notícias Agrícolas

Sessão volátil para a soja em Chicago

Nada anormal para um dia de relatório do USDA! Os dados do USDA confirmaram a expectativa de queda nos estoques norte-americanos em meio a ausência de novidades no cenário global, no entanto, o mercado havia antecipado estes dados nas últimas sessões (inclusive na semana passada em que a soja mantinha-se firme em meio a sangria das demais commodities), e nesta terça-feira o clássico movimento "compra do rumor e venda do fato" voltou a ocorrer em Chicago. Nem mesmo a forte alta das commodities energéticas e metálicas em meio a uma forte desvalorização do dólar fora suficiente para segurar a soja. O fato de o mercado ter testado o patamar de 9,50 sem conseguir sustentar os ganhos pela segunda sessão na semana (topo duplo no intraday) desencadeou vendas técnicas contribuindo para o recuo dos preços desta terça-feira. O mercado voltou a focar a expectativa de uma grande safra na América do Sul. Embora o USDA não tenha elevado a estimativa para a safra Argentina (como alguns temiam), a safra brasileira foi revista em 1 mi/tons para 66 mi/tons, e a CONAB revisou-a para 66,7 mi/tons. Este quadro realmente não é nada positivo e, embora o cenário norteamericano apertado (os estoques correspondem a apenas 22,9 dias de consumo) a soja pode voltar a sua tendência macro de queda caso os mercados externos não consigam atrair compras especulativas, pelo menos momentaneamente. E, no caso do produtor brasileiro, caso Chicago mantenha-se firme os prêmios internos devem cair mais em função da oferta. BM&F maio voltou a trabalhar abaixo de 20,50 no fechamento desta terça-feira, e abaixo só encontra suporte nos 20,10. Resistência segue nos 20,75.

Fonte: XP Investimentos - Notícias Agrícolas

Milho na BM&F segue sem suporte

O mercado paulista registra ampla oferta e preços em queda. Os vencimentos mais curtos buscam uma sustentação no patamar de R$ 18,00, referencial de exportação no momento, mas não encontram suporte em termos de novas compras, especialmente de players comerciais (os quais vislumbram uma expectativa de preços ainda mais baixos a frente). Nas regiões produtoras brasileiras, a colheita evolui normalmente com boas produtividades sendo reportadas na maior parte delas. Ao mesmo tempo, o plantio da safrinha no período recomendado, especialmente no MT, acaba pressionando um pouco mais o vencimento setembro. O relatório da CONAB publicado esta manhã, veio essencialmente negativo para o milho, com revisão para cima nas safra total brasileira. Na verdade a estimativa para a safrinha foi revisada de forma mais expressiva, mesmo com a expectativa de queda de 3% na área plantada (devido a expecattiva de condições mais favoráveis ao desenvolvimento das lavouras). Os estoques finais foram elevados expressivamente em relação a janeiro (28%), mas devem ser 17% inferiores ao registrado na safra passada. Mercado de milho tende a manter a tendência de queda no curto prazo refletindo a movimentação negativa no físico. Março e maio, porém, podem continuar trabalhando de lado assimilando o referencial de R$ 18,00.

Fonte: XP Investimentos - Notícias Agrícolas

Preços futuros do algodão registram forte alta no pregão de ontem

Exportação maior. O relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e o enfraquecimento do dólar no mercado internacional levaram os preços futuros do algodão a registrar uma forte alta no pregão de ontem em Nova York, segundo a Dow Jones Newswires. Os contratos com vencimento em maio fecharam a terça-feira em alta de 222 pontos a 72,98 centavos de dólar por libra-peso. O relatório do USDA elevou de 11 milhões para 12 milhões de fardos sua estimativa para as exportações americanas da pluma na safra 2009/10, o que foi considerado por analistas um fator muito positivo para o mercado. No Brasil, os preços seguiram em sentido oposto e caíram. O indicador Cepea/Esalq fechou a 142,61 centavos de real por libra-peso, queda de 0,26%.

Fonte: Valor Econômico

Preço de suíno tem alta de 16,1% na exportação

Os preços da carne suína exportada pelo Brasil em janeiro subiram 16,14% em relação ao mesmo mês de 2009, segundo a Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs). O valor médio da tonelada ficou em US$ 2.316 contra US$ 1.994 em janeiro de 2009. O número é resultado de uma embarque de 39,06 mil toneladas, 3,3% maior na mesma comparação, e de uma receita de US$ 90,46 milhões, 20,02% de alta. Apesar dos dados à primeira vista positivos, Pedro de Camargo Neto, presidente da Abipecs, observou que janeiro de 2009 foi um mês "atípico", já que a crise financeira internacional estava em seu auge. Diante disso, as exportações naquele mês foram bastante prejudicadas. "Considerando o que foi janeiro de 2009, o volume [em janeiro deste ano] deveria ter sido até maior", disse. Cauteloso, o dirigente disse que a recuperação do preço em janeiro "não quer dizer muita coisa" por enquanto e que ainda não é possível fazer previsões para o ano a partir do desempenho de janeiro. Avaliou, porém, que as perspectivas são positivas para 2010. Ainda que o preço médio da exportação em janeiro indique recuperação, este ainda bem distante do pico, em setembro de 2008, quando alcançou US$ 3.187 por tonelada. Camargo Neto admitiu que é difícil retomar tal patamar no curto prazo. E uma das razões é que a carne suína brasileira perdeu competitividade em relação ao produto americano, que ficou mais barato por causa da queda do dólar. "Os americanos estão vendendo mais nas Filipinas, em Hong Kong", comentou. A recente alta da moeda americana alivia um pouco o quadro, segundo ele. Outro ponto positivo é a redução dos custos de produção por conta dos preços mais baixos de milho e soja. A Rússia continuou sendo o maior mercado para carne suína brasileira em janeiro, com a importação de 20,77 mil toneladas, 41,33% mais que em igual mês de 2009. As vendas ao país renderam US$ 52,15 milhões, 75% de alta na mesma comparação. O país foi um dos mais afetados pela crise mundial, o que gerou queda na demanda em 2009.

Fonte: Valor Econômico

Mercado do boi gordo com demanda em baixa

O mercado do boi gordo segue de lado, resultado da oferta reduzida mas com demanda fraca. O volume de negócios aumentou nos últimos dias, principalmente com gado de fora de São Paulo, mas os frigoríficos não conseguiram recuar nos preços de compras. A proximidade do feriado ajuda na programação de abates, uma vez que a maioria das indústrias não abate no sábado, segunda e terça-feira. Com isso, após fecharem as escalas de sexta, as compras já passam para a quarta depois do Carnaval. Entretanto, como a próxima semana é curta e muitos pecuaristas estarão fora do mercado, os frigoríficos precisam adiantar as escalas essa semana, o que pode aquecer o mercado. Destaque para o recuo no preço do bezerro, que pode favorecer a reposição do rebanho nos próximos meses. O mercado de boi magro também está mais agitado nos últimos dias.

Fonte: XP Investimentos - Notícias Agrícolas

Dólar tem queda expressiva de 1,5% e fecha em R$ 1,84

O dólar comercial teve um dai de forte queda, 1,5%, fechando em R$ 1,846 na venda. Teve influência direta a divulgação do nível de emprego na indústria brasileira terminou 2009 com queda de 5,3%, a maior redução desde 2002. O Uol aponta que a inadimplência do consumidor caiu 8,1% em janeiro em relação a um ano antes, a maior queda anual para os meses de janeiro desde 1999. Os investidores estrangeiros continuaram a sacar recursos da Bolsa brasileira na semana passada, levando o saldo negativo de suas operações com ações a R$ 2,549 bilhões no ano, informou a BM&FBovespa nesta terça-feira.

Fonte: Só Notícias

Inovação: Coodetec apresenta novo sistema para controlar buva

A Coodetec – Cooperativa Central de Pesquisa Agrícola – apresenta uma conquista decisiva para os proprietários de mais de quatro milhões de hectares da região Sul, hoje infestados pela buva (Conyza bonarienses e Conyza canadensis), planta daninha que pode comprometer até 40% da safra de soja. Trata-se do sistema de manejo de buva resistente em soja, que está sendo apresentado no Show Rural Coopavel 2010. O sistema utilizará uma ferramenta alternativa e menos agressiva para o meio ambiente. Além da soja convencional e transgênica RR, a partir de agora, a Coodetec passa a contar com soja STS (Soja Tolerante a Sulfoniluréias). “Pesquisamos uma solução para o controle de buva, ampliando o uso de herbicidas do grupo sulfoniluréias (grupo químico de herbicidas) em plantio direto da soja”, explica o diretor executivo da Cooperativa, Ivo Marcos Carraro. Ele lembrou ainda que a tecnologia STS é de livre utilização, sem cobrança de royalties e que o agricultor sempre deve buscar a orientação de um Engenheiro Agrônomo. A Coodetec apresenta, em sua área demonstrativa, três variedades de soja convencionais e três RRs, com a tecnologia STS. Essas variedades, que já estão disponíveis para a Safra de 2010/2011, contem um gene que aumenta a degradação do herbicida na planta, proporcionando alta tolerância, além de garantir o potencial produtivo. “Além das vantagens competitivas em relação à produtividade, sanidade e adaptação às diferentes condições regionais, a Coodetec cumpre sua missão, agregando a estes cultivares um diferencial aguardado pelos produtores. As novas alternativas de herbicidas que poderão ser aplicados representam economia e maiores níveis de eficiência”, explica o presidente da Cooperativa, Irineo da Costa Rodrigues. Ele destaca ainda que o sistema viabiliza a manutenção do processo de plantio direto nas áreas infestadas, o que não estava mais ocorrendo, com prejuízos à conservação do solo e do meio ambiente. As primeiras cultivares As cultivares CD 236RR(STS), CD 249RR(STS) e CD 250RR(STS) toleram a aplicação de glifosato e sulfoniluréias recomendadas. As cultivares CD216(STS), CD 224(STS) e CD 252(STS) toleram apenas as sulfoniluréias recomendadas. Destaque para a cultivar CD 236RR, precoce, de alto potencial produtivo, elevado peso de grãos e tolerância aos nematóides formadores de galhas. Segundo o gerente do programa de melhoramento de soja da Coodetec, Marco Antonio Rott de Oliveira, este é apenas o resultado da primeira fase da inovação. “Ao mesmo tempo em que o acesso a tecnologia aumenta e beneficia as lavouras, é comum aparecerem novos problemas de pragas, doenças e plantas daninhas, que acabam se tornando resistentes a determinados tipos de herbicidas. Estamos, constantemente, apresentando soluções para garantir a produtividade da lavoura, mantendo estáveis, nossas cultivares”, ressalta Oliveira. A buva, um drama Há alguns anos, a buva não tinha importância expressiva para a sojicultura. Era uma planta daninha secundária. “Quem preocupava mesmo era a guaxuma, o picão preto, o leiteiro, o papuã, o milhã entre outras”, lembra o pesquisador Dorival Vicente, também do programa melhoramento de soja da Coodetec. Segundo ele, devido ao cultivo intensivo (soja e milho safrinha), falta de manejo pós-colheita, bem como de rotação de culturas, a buva se alastrou rapidamente pelo Sul do Brasil. A planta daninha produz até 200 mil sementes viáveis por planta e dissemina com facilidade pelo vento, em até 80 km. Seu nome vulgar é “voadeira”. Para enfrentar o problema, o agricultor costuma combinar herbicidas, com um custo até três vezes maior que o habitual. Ainda assim, nem sempre o resultado é eficiente e a produtividade pode ser comprometida. “A buva compete com a soja em nutrientes, luz e água, além de dificultar a colheita e aumentar a umidade e as impurezas”, observa Dorival.

Fonte: Assessoria Coodetec

Sementes: Pionner entra no mercado de soja da região Sul

A Pionner prepara-se para acirrar a disputa dos grandes players pelo cada vez mais exigente mercado de sementes de soja da região Sul do País, onde ela já ocupa a liderança em híbridos de milho de alta tecnologia. Ela vem a ser a primeira do ranking de sementes do mundo (fundada em 1926, nos Estados Unidos), e já tem forte presença no mercado de sementes de soja da região Centro-Oeste, onde implantou a maior unidade de beneficiamento de sementes da leguminosa do mundo, com capacidade para processar dois milhões de sacas do insumo. Em encontro informal com jornalistas e produtores, no final da tarde de ontem, no Show Rural, o gerente regional de negócios da empresa, em Cascavel,José Hélvio Batista confirmou a informação que corre mercado, mas não adiantou maiores detalhes. Sabe-se que a comercialização de cultivares adequadas às condições de clima e solo da região Sul do País deve acontecer nos próximos dois anos. O fato é que a empresa já conduz experimentos e ensaios em diferentes micro-climas de região e deve, ainda nesta safra, promover “soytours” ou excursões, levando produtores e técnicos para conferir de perto os futuros lançamentos. Perspectivas de preços Durante o encontro, José Hélvio traçou um panorama das perspectivas de preços para a atual safra de milho e para a safrinha, em início de plantio. Segundo ele, não existem indicativos seguros de que os preços venham a se recuperar, a curto prazo. Apesar da redução de área de plantio, o Brasil deve colher 32,3 milhões de toneladas na safra e outros 18,8 milhões na safrinha. Mantendo-se os níveis de consumo interno atual (56,2 milhões de toneladas) e o volume de exportações previsto, o Brasil deve chegar ao final do ano com um carry over da ordem de 4,5 milhões de toneladas, volume levemente inferior ao do ano anterior. “Além da incerteza da safrinha, só podemos antever a possibilidade de alguma melhora, a partir do segundo semestre deste ano”, disse. Ainda durante o encontro, os convidados conheceram o Sistema de Solução Completa oferecido pela Empresa. São híbridos com a melhor genética e opções de tecnologia Bt com os genes YieldGard, Herculex I, além do Tratamento Industrial de Sementes. Com o tratamento, a empresa busca facilitar o trabalho dos produtores e protegê-los de eventuais contaminações. Por isso, seus híbridos são entregues ao produtor prontos para o plantio.

Fonte: VS Comunicação e Imprensa

Paraná volta a ser o celeiro do País

Estado poderá colher 29,32 milhões de toneladas, volume 16% maior do que o atingido no ciclo anterior; boas condições climáticas e área plantada garantem desempenho A safra de grãos do Paraná deste ano deve ser 16% maior em volume em relação a anterior e atingir 29,32 milhões de toneladas. No ano passado, foram colhidas 25,28 milhões de toneladas. Com isso, o Estado deve recuperar a posição de maior produtor nacional de grãos, perdida na safra passada para o Mato Grosso, em função das más condições do clima com seca no início do ano, geadas no meio do ciclo das culturas e excesso de chuvas na colheita. A retomada do Paraná está sendo puxada pela produtividade das lavouras de soja e milho na Região Oeste e Sudoeste do Estado. O gerente técnico e econômico do Sistema Ocepar, Flávio Turra, acredita que o principal motivo que deve levar a um resultado positivo são as boas condições climáticas, apesar de a área total plantada ser praticamente a mesma. Ele lembrou que, no ano passado, ocorreu uma quebra de 6,5 milhões na produção de milho, soja, trigo e feijão. Turra disse que cerca de 23 milhões de toneladas já estão garantidos. Caso ocorra tudo com normalidade, a estimativa dele é que a produção supere 30 milhões de toneladas. A pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada ontem revelou que a produção de soja será recorde no Paraná nesta safra de verão. Deverão ser colhidas 13,4 milhões de toneladas, volume 41% maior que no ano passado quando foram colhidas 9,5 milhões de toneladas. A área plantada com esta cultura cresceu 8,5% este ano. A estimativa para a produção de feijão da primeira safra é de 476.626 toneladas, volume 17,7% maior em relação à safra de 2009 que foi de 404.982 toneladas. A área plantada teve redução de 12,2% na comparação com o ano passado. Já a produção esperada para o milho é menor em relação ao ano passado. Na primeira safra 2010 devem ser colhidas 6,3 milhões de toneladas, volume 4,2% inferior ao colhido no ano passado, que alcançou 6,57 milhões de toneladas. Mas, a produtividade este ano é maior em relação a 2009, considerando que a área plantada nesta primeira safra apresentou redução de 30%.

Fonte: Folha de Londrina

Mato Grosso poderá perder um milhão de toneladas

A safra 2009/10 de soja mato-grossense deverá chegar ao final com uma perda de um milhão de toneladas, segundo a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja/MT). O número corresponde a 5% a menos que as 18,961 milhões de toneladas estimadas nesta terça-feira no 5º Levantamento da Safra de Grãos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O presidente da Aprosoja/MT, Glauber Silveira, explica que já é possível constatar que em algumas regiões do estado a produtividade da soja precoce tem ficado em 30 sacas por hectare, abaixo da média de 50 a 52 sacas/ha. “O estresse hídrico no período de florescimento da planta acabou prejudicando o desempenho dessa variedade e em algumas áreas teve que ser feito o replantio por conta da seca no início do plantio, entre o final de setembro e o início de outubro”, explica o presidente. No Distrito de Deciolândia, por exemplo, foram registrados 33 milímetros (mm) de chuva em outubro e 94 mm em novembro, enquanto o volume esperado para o período era de 140 mm a 160 mm. Glauber pontua ainda a preocupação com os resultados finais das variedades de ciclos médio e tardio porque a incidência da ferrugem está forte este ano. O relatório do Projeto Antiferrugem da Aprosoja/MT, divulgado na tarde desta terça-feira, mostra que os focos registrados somam 315 entre 1º de novembro de 2009 e 09 de fevereiro de 2010 contra 106 verificados nos mesmos três meses comparativos da safra 2008/2009. Na safra 2009/2010, o primeiro foco da ferrugem chegou 30 dias antes que o primeiro foco registrado na safra anterior. O presidente da Aprosoja/MT acrescenta que as variedades precoce e média estão demandando quatro aplicações de fungicidas e que a tardia poderá chegar a cinco aplicações. “Mesmo pulverizando a lavoura, se a ferrugem já estiver instalada, poderá causar perda de 3 a 5 sacas por hectare”, alerta. Em condições normais, a variedade do ciclo médio oscila de 58 a 60 sacas por hectare e a de ciclo tardio, de 46 a 52 sacas/ha.

Fonte: Só Notícias

Show: Monsanto reforça ganhos de produtividade

Os agricultores que visitam este Show Rural Coopavel, em Cascavel,têm a oportunidade de obter recomendações agronômicas sobre o uso do herbicida Roundup, se informar sobre as cultivares de soja disponibilizadas pela Monsoy e conhecer os investimentos da Monsanto em novas tecnologias. O herbicida Roundup é o primeiro herbicida a base de glifosato aprovado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para aplicação específica em plantações de soja transgênica. Com registro em aproximadamente 120 países, o Roundup é utilizado para o controle de plantas daninhas em pré-plantio das lavouras. As cultivares com tecnologia Roundup possuem benefícios ambientais e econômicos. A substituição de grandes doses de herbicidas das classes I e II (os mais agressivos para o meio ambiente e para a saúde do trabalhador) para controle das plantas daninhas por somente um produto, o glifosato, que tem baixo grau toxicológico (classes III e IV), é o principal aliado da tecnologia Roundup em prol da preservação do meio ambiente. Além de apresentar baixa toxicidade ao ser humano, o glifosato se degrada naturalmente no solo após a aplicação, evitando a contaminação de lençóis freáticos. Desenvolvido pela Monsanto há 35 anos, o herbicida Roundup continua sendo o mais importante de seu segmento e a previsão é de que o crescimento permaneça contínuo nos próximos anos. “Nossa marca é muito forte. Top of mind há dez anos entre os agricultores brasileiros. E não é sem motivo: temos um produto excelente para o eficiente controle de plantas daninhas e de forma sustentável, excelência em manufatura e boa logística operacional”, afirma Ricardo Madureira, líder da Divisão Proteção de Cultivos da Monsanto para América do Sul. Durante a feira, especialistas da Monsanto oferecerão aos agricultores a possibilidade de comparar, por meio de uma planilha especialmente preparada pela Monsanto, os benefícios econômicos gerados pelo uso dos herbicidas da linha Roundup. ”Quem compara, certamente, percebe o nosso custo benefício em relação aos produtos da concorrência”, completa Smith. Diferencial Monsoy A soja com a tecnologia Roundup Ready® tem diversas vantagens, como flexibilidade no período de controle, simplicidade no manejo, colheita no limpo, menor queima de combustível e melhor controle de plantas daninhas. A Monsoy, marca de sementes de soja que pertence à Monsanto, traz à Coopavel duas cultivares com a tecnologia Roundup Ready® desenvolvidas especialmente para a região paranaense. São elas a M6009RR e M6707RR, variedades com importantes características como bom potencial produtivo, bom aspecto visual e resistentes ao crestamento bacteriano - especialmente desenvolvidas nas estações experimentais da Monsoy no sul do País para atender as necessidades do Paraná.

Fonte: CDI

Produtividade de soja em Mato Grosso deve ser maior

Maior produtor de grãos do país, o Mato Grosso também colhe outro recorde, o de produtividade da soja, que nas últimas três décadas aumentou 70%. O Estado, que colhia uma média de 29,9 sacas por hectare em 1981, vai produzir pelo menos 50,6 sacas, em média, na temporada atual, o maior volume do Brasil e um dos maiores do mundo. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, a safra americana deste ano deverá ter um rendimento médio inferior a 50 sacas. Até agora, a colheita no Mato Grosso atingiu 17% da área plantada e para alguns produtores os números finais deverão ser ainda melhores. O clima está favorável, indicando que a produtividade média das lavouras poderá chegar a 55 sacas por hectare (330 gramas por metro quadrado) e bater um novo recorde histórico - sem abertura de novas áreas, expansão sobre florestas ou vegetação nativa. "As condições das lavouras no Mato Grosso neste ano estão muito boas. Mesmo com a presença da ferrugem, doença que está bem controlada, a produtividade deve, novamente, ser elevada", afirma Douglas Nakazone, analista da Agroconsul. Há sinais ainda de que a produtividade não chegou ao limite no Estado e continuará avançando. Com os preços internacionais em queda - mas ainda acima das médias históricas - e o dólar um pouco mais forte, a expectativa é que o resultado da safra 2009/10 leve o produtor a ter lucro e que a renda obtida seja suficiente para pagar as contas e ainda investir no próximo plantio. Simultaneamente, a cana-de-açúcar também avança rápido no Estado. A crise financeira internacional diminuiu o ritmo dos investimentos, mas já há sinais de retomada das usinas, embora o Mato Grosso ainda esteja longe de ser considerado um grande produtor de açúcar e álcool.

Fonte: Valor Econômico

Arroz: fevereiro inicia com mercado nominal

O mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul esteve praticamente nominal na primeira semana de fevereiro. De acordo com pesquisas do Cepea, a indústria gaúcha reduziu ainda mais o preço de compra do casca, movimento iniciado desde a última semana de janeiro. Por conta do feriado de Nossa Senhora dos Navegantes, comemorado na última terça-feira, 2 de fevereiro, grande parte das beneficiadoras da Zona Sul e Planície Costeira Interna passou a ofertar a partir da quarta-feira. Isto contribuiu para que a indústria permanecesse sem posição de compra nas demais regiões que também comemoraram o feriado. Em sete dias, o Indicador do Arroz CEPEA-Bolsa Brasileira de Mercadorias/BVM&F (RS, 58 grãos inteiros) fechou a R$ 31,14/saca 50 kg, forte queda de 4,5% no período.

Fonte: Cepea/Esalq

Previsão do tempo para a Região Centro-Oeste

Na quarta-feira, áreas de instabilidade predominam sobre o Centro-Oeste do País e deixam o tempo abafado. No centro-sul e oeste de Mato Grosso do Sul, no centro-norte de Goiás, no Distrito Federal e no nordeste de Mato Grosso, o sol brilha forte e ocorrem pancadas de chuva a partir da tarde. Nas demais regiões, áreas de instabilidade tropical deixam muitas nuvens carregadas e chove a qualquer hora do dia com períodos de melhoria e aberturas de sol. Previsão do tempo para quinta-feira: Na quinta-feira, áreas de instabilidade atuam sobre o Centro-Oeste do País e provocam chuva em toda a Região. O sol aparece entre muitas nuvens, o tempo fica abafado o e chove a qualquer hora do dia em Mato Grosso e no centro-sul de Goiás e em grande parte de Mato Grosso do Sul. Pode chover forte em alguns municípios. No sul de Mato Grosso do Sul e nas demais áreas da Região, o sol brilha forte, a temperatura fica elevada e ocorrem pancadas isoladas de chuva a partir da tarde. Previsão do tempo para sexta-feira: Na sexta-feira, o sol aparece com força na maior parte do dia, faz calor e acontecem pancadas de chuva a partir da tarde no centro-norte de Goiás, no Distrito Federal e no sul de Mato Grosso do Sul. Nas demais áreas, o tempo fica instável com aberturas de sol e chuva a qualquer hora do dia. Há risco de chuva forte em alguns municípios.

Fonte: Climatempo

Previsão do tempo para a Região Sul

Na quarta-feira, o tempo fica firme e com predomínio de sol no sul do Rio Grande do Sul. No leste do Paraná e de Santa Catarina, o sol aparece entre muitas nuvens e chove a qualquer hora do dia. No centro-norte paranaense, chove no inicio do dia e novamente a partir da tarde, mas ocorrem algumas aberturas de sol. Nas demais áreas do Sul, o sol brilha forte na maior parte do dia, com o aquecimento nuvens mais carregadas se formam e chove a partir da tarde. Previsão do tempo para quinta-feira: Na quinta-feira, o ar quente e úmido deixa o tempo abafado em toda a região Sul do País. Nas áreas gaúchas que fazem fronteira com o Uruguai o sol aparece e não chove. No leste de Santa Catarina e no centro-leste e no norte do Paraná, o sol aparece entre nuvens e chove a qualquer hora do dia. Nas demais áreas, o sol aparece e a temperatura fica elevada. Com o aquecimento nuvens carregadas se formam ao longo do dia e chove a partir da tarde. Previsão do tempo para sexta-feira: Na sexta-feira, o avanço de uma frente fria para o Sul do País, muda o tempo na Região. No Rio Grande do Sul, no centro-oeste de Santa Catarina e no sul e no sudoeste do Paraná, o sol aparece, a temperatura fica elevada e chove a partir da tarde devido ao aquecimento. Nas outras áreas, o sol aparece entre muitas nuvens, o tempo fica abafado e chove a qualquer hora do dia. O risco de chuva forte e bastante elevado no leste do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.

Fonte: Climatempo

Soja: perda pode chegar a 1 milhão de ton

A safra 2009/2010 de soja mato-grossense deverá chegar ao final com uma perda de um milhão de toneladas, segundo a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja/MT). O número corresponde a 5% a menos que as 18,961 milhões de toneladas estimadas no 5º Levantamento da Safra de Grãos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado ontem. O presidente da Aprosoja/MT, Glauber Silveira, explica que já é possível constatar que em algumas regiões do estado a produtividade da soja precoce tem ficado em 30 sacas por hectare, abaixo da média de 50 a 52 sacas/ha. “O estresse hídrico no período de florescimento da planta acabou prejudicando o desempenho dessa variedade e em algumas áreas teve que ser feito o replantio por conta da seca no início do plantio, entre o final de setembro e o início de outubro”, explica o presidente. No Distrito de Deciolândia, por exemplo, foram registrados 33 milímetros (mm) de chuva em outubro e 94 mm em novembro, enquanto o volume esperado para o período era de 140 mm a 160 mm. Glauber pontua ainda a preocupação com os resultados finais das variedades de ciclos médio e tardio porque a incidência da ferrugem está forte este ano. O relatório do Projeto Antiferrugem da Aprosoja/MT, divulgado na tarde de ontem, mostra que os focos registrados somam 315 entre 1º de novembro de 2009 e 09 de fevereiro de 2010 contra 106 verificados nos mesmos três meses comparativos da safra 2008/2009. Na safra 2009/2010, o primeiro foco da ferrugem chegou 30 dias antes que o primeiro foco registrado na safra anterior. O presidente da Aprosoja/MT acrescenta que as variedades precoce e média estão demandando quatro aplicações de fungicidas e que a tardia poderá chegar a cinco aplicações. “Mesmo pulverizando a lavoura, se a ferrugem já estiver instalada, poderá causar perda de 3 a 5 sacas por hectare”, alerta. Em condições normais, a variedade do ciclo médio oscila de 58 a 60 sacas por hectare e a de ciclo tardio, de 46 a 52 sacas/ha.

Fonte: Diário de Cuiabá

Stephanes critica falta de planejamento em MT

O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, admitiu ontem preocupação com o escoamento dos produtos agrícolas. "Precisamos de mais clareza no plano estratégico de médio e longo prazos não só para o escoamento da produção mas também dos insumos básicos para a produção", considerou, durante entrevista coletiva para comentar os números do quinto levantamento da safra de grãos realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). De acordo com o ministro, a região Centro-Oeste e, principalmente, o Estado de Mato Grosso continuam a ser um grande problema sob este ponto de vista. "O pior é que não enxergo solução, um plano estratégico para resolver a questão do Centro-Oeste", criticou. Stephanes disse que o problema é tão grave que os custos com o transporte de alguns produtos, como o milho, por exemplo, acabam sendo maiores do que o valor do próprio grão. "Isso mostra que o sistema de escoamento está inadequado", argumentou. Stephanes ressaltou que a soja apresenta um quadro semelhante ao do milho e que, em breve, haverá problemas com a carne bovina também. "Desde o dia em que entrei neste Ministério ouço falar da hidrovia Teles Pires-Tapajós e até hoje não vi, sequer, um estudo técnico para saber se ela é mesmo viável", atacou. O ministro disse ainda que os portos brasileiros não estão sendo aparelhados para atender às demandas nacionais. "Os problemas na área de escoamento são muito grandes", resumiu. Indagado a respeito da responsabilidade pelo atraso nessas melhorias de infraestrutura para a agricultura, Stephanes foi direto: "O Ministério dos Transportes e o de Portos e Vias Navegáveis."

Fonte: Diário de Cuiabá

Produtor precisa aproveitar picos de cotação

2010 será um ano de recuperação para o agronegócio brasileiro. A avaliação é do analista Alexandre Mendonça de Barros, da MB Associados. A safra nacional de grãos de verão volta a crescer após a quebra do ano passado e deve garantir boa rentabilidade para aqueles produtores que souberem aproveitar os picos de preço para vender a sua produção, afirmou o analista durante o Ciclo de Palestras RPC-Ocepar, aberto ontem no Show Rural Coopavel. “A dúvida do clima acabou. Agora a boa safra é quase uma certeza. Mas estamos colhendo em um momento de fartura na América do Sul. A Argentina, sozinha, vai colocar no mercado 20 milhões de toneladas de soja a mais neste ano”, explica. A avaliação de Mendonça de Barros está em linha com a estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que ontem reajustou para 143 milhões de toneladas a sua projeção para a safra brasileira de grãos. O volume representa um aumento de 5,9% ante o ciclo anterior e é ligeiramente menor que o recorde obtido em 2007/08, quando o Brasil colheu 144,1 milhões de toneladas de grãos. A Expedição Safra RPC, que está em campo para reavaliar as estimativas feitas no início do ciclo, acredita em uma safra total de 144 a 145 milhões de toneladas no Brasil na temporada 2009/10. Segundo Mendonça de Barros, com safra cheia, a tendência é de um mercado volátil neste ano. Os preços da soja e do milho tendem a oscilar bastante ao longo do ano, reagindo às notícias sobre a economia mundial, diz. Por isso, o produtor deve ficar de olho no mercado para aproveitar os melhores preços. Ele afirma que a melhor janela para vender a produção se encerra em março, quando começa a colheita no país vizinho. Depois disso, o grão brasileiro começa a enfrentar concorrência forte do produto argentino e os preços devem cair, considera. Robson Mafioletti, analista da Ocepar que participa do Show Rural, destaca o caráter informativo e factual das abordagens, com um diagnóstico do atual momento do agronegócio e das perspectivas do setor. “Em plena colheita, o produtor quer saber do comportamento de preços e do mercado, pauta cumprida de maneira prática e objetiva pelo palestrante de ontem”, diz Mafioletti. Na parceria com a Ocepar, a RPC oferece informações objetivas e análises sobre agronegócio. “Nosso objetivo é subsidiar o produtor na tomada de decisões”, explica Giovani Ferreira, coordenador do Núcleo RPC de Agronegócio. Mais de 200 pessoas entre produtores, técnicos e dirigentes participaram ontem do primeiro dia do ciclo de palestras RPC-Ocepar. A programação segue hoje e amanhã com o diretor de Abas-tecimento do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), José Maria dos Anjos. Ele vai tratar das políticas públicas de apoio ao agronegócio. As palestras ocorrem hoje às 10 horas e às 14 horas em um miniauditório no estande da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) no Show Rural. Serviço: O Show Rural Coopavel ocorre até sexta-feira, em Cascavel. Nos dois primeiros dias a feira recebeu 57 mil visitantes. O evento conta com 350 exposições e abriga quase 5 mil experimentos de tecnologia agrícola e pecuária.

Fonte: Gazeta do Povo - Agrolink

Se chuva ajudar, safra será 2.ª maior

Previsões apontam que a colheita deste ano ficará próxima do recorde histórico, mas ministro diz que excesso de chuvas pode atrapalhar As previsões lançadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), autarquia ligada ao Ministério da Agricultura, indicam que a safra nacional de grãos de 2010 será a segunda maior da história. Ainda assim o ministro Reinhold Stephanes não foi muito otimista na leitura dos dados. Para ele, o excesso de chuva das últimas semanas ainda não foi contabilizado nas estimativas, o que pode trazer surpresas negativas nos próximos levantamentos. Para o IBGE, devem ser produzidas 143,4 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas nesta temporada. O número da Conab é muito parecido: 143,09 milhões de toneladas, cerca de 6% acima do resultado do ano passado. Em 2008, melhor ano para a agricultura do país, 146 milhões de toneladas foram colhidas. “Embora a previsão seja melhor do que a anterior, é preciso ter cautela”, disse Stephanes. De acordo com o ministro, a projeção da Conab melhorou porque as chuvas continuaram a incidir sobre as áreas plantadas. Ele salientou, porém, que não é possível garantir que todo o efeito das precipitações já tenha sido detectado. “Não temos o resultado dos últimos dez dias de chuva e não podemos prever os próximos 30 dias”, ponderou. Stephanes também estimou que as perdas dos produtores de trigo e de arroz com as chuvas na Região Sul somam uma quantia próxima a R$ 1 bilhão. “Vamos perder um milhão de toneladas de arroz”, calculou. No caso do trigo, a perspectiva traçada por Stephanes também é prejuízo de porte semelhante, o que significaria perdas da ordem de R$ 500 milhões para o produtor rural. “Perdeu-se metade do trigo em termos de qualidade.” No Paraná, as estimativas oficiais já detectaram fortes perdas nas lavouras de feijão. Por causa das chuvas, a colheita do produto foi revista em -8,9% em relação ao prognóstico lançado em dezembro. Stephanes também admitiu preocupação com o escoamento dos produtos agrícolas, principalmente os que saem das fazendas da Região Centro-Oeste. “Precisamos de mais clareza no plano estratégico de médio e longo prazos não só para o escoamento da produção mas também dos insumos básicos para a produção”, considerou. De qualquer maneira, as estatísticas do IBGE e da Conab reforçaram a percepção de que o campo se recupera após as quebras de safra registradas entre 2008 e 2009. A área cultivada neste ano, por exemplo, já é a maior da série histórica: 48,1 milhões de hectares. Como muitos produtores optaram pelo cultivo de soja, no entanto, o rendimento médio de cada hectare é menor do que em anos anteriores – a produtividade da soja é de cerca de 3 mil quilos por hectare; a do milho, um dos principais produtos que cedeu área à soja, é de 6 mil quilos por hectare. Além disso, a Conab estimou que a produção de soja na atual safra será de 66,73 milhões de toneladas. Se for confirmada, ela superará em 16,7%, ou em 9,57 milhões de toneladas, o volume de 57,17 milhões de toneladas colhido no ciclo anterior. “Com tal resultado, será o maior volume da oleaginosa produzido no país”, destacaram os técnicos da estatal. Segundo o IBGE, a preferência pela soja se explica devido às maiores cotações e liquidez do produto no mercado internacional. Paraná líder As duas pesquisas também confirmam uma informação que já vinha sendo divulgada no fim do ano passado: o Paraná irá recuperar em 2010 a posição de maior produtor brasileiro de grãos, ao colher mais de 29,3 milhões de toneladas. No ano passado, a liderança foi ocupada pelo Mato Grosso, que agora deve ter uma produção de 28,3 milhões de toneladas de grãos.

Fonte: Gazeta do Povo - Agrolink

Genética Pioneer no Show Rural da Coopavel

Os visitantes deste Show Rural da Coopavel, podem conferir no estande da Pioneer, a melhor genética com a melhor tecnologia. Híbridos Pioneer com o gene Herculex® I. A tecnologia Herculex® I é considerada a melhor tecnologia existente no mercado, pois oferece uma maior proteção às lavouras contra a lagarta-do-cartucho, que hoje é a praga que mais provoca danos econômicos à cultura do milho no Brasil. Além disso, apresenta ótimo controle da broca-da-cana-de-açucar e supressão da lagarta-das-espigas e também à algumas pragas iniciais como a lagarta-rosca e a lagarta-elasmo. Ainda oferece resistência à aplicação de herbicidas formulados com glufosinato de amônio, registrados nos Brasil com a marca Liberty®. Outra opção tecnológica importante disponibilizada pela Pioneer para proteção das lavouras é a tecnologia YieldGard®, que apresenta tolerância aos insetos da ordem lepidóptera, principalmente à lagarta-do-cartucho e à broca-da-cana-de-açucar. A Pioneer ainda oferece aos produtores a opção de combinações de tecnologias: YieldGard® e Roundup Ready® e também Herculex® I e Roundup Ready®. A tecnologia Roundup Ready® é mais um passo nas possibilidades de controle das plantas daninhas que competem com a cultura do milho, pois oferece tolerância a aplicações pós-emergentes do herbicida Roundup Ready® que contém como ingrediente ativo o glifosato, desde que este esteja registrado para aplicação em pós emergência no milho, sem nenhuma redução no rendimento potencial do híbrido. Com as tecnologias combinadas o produtor tem na mesma planta a resistência a insetos e a tolerância à herbicida. Complementando a melhor genética, dentro do conceito de que a semente é um veículo de tecnologia, a Pioneer desenvolveu um pacote tecnológico, denominado Solução Completa, que envolve combinação de híbridos, genes nativos (tecnologia NSR), tecnologia Bt e Tratamento Industrial de Sementes.

Fonte: Guerreiro Agromarketing

 

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